Apesar das campanhas de conscientização, não temos muito que comemorar neste Dia Mundial de Prevenção, pois os números mostram que o contágio continua em alta seja através do sexo inconseqüente – promiscuidade, sexo por simples prazer sem considerar a parte afetiva, não uso de preservativo que também não confere proteção total, uso de drogas injetáveis compartilhando de seringas e o contágio vertical de mãe contaminada pelo vírus transmitindo ao filho durante a gestação.
Muita evolução houve em ralação ao tratamento do contaminado pelo vírus, talvez por isso alguns menosprezam a prevenção, mas as pessoas ignoram que o tratamento e acompanhamento médico é por toda a vida com medicamentos de uso contínuo. Diariamente, compara efeitos os mais variados que obrigam mudanças importantes no estilo de vida.
Porque não pensar em mudar seus comportamentos e estilo de vida para evitar o contágio, dizendo não às drogas, praticando sexo seguro (uso de preservativos/seleção de parceiros/evitar sexo sem compromisso/não confiar nas aparências – pessoas aparentemente “sadias” podem estar contaminadas pelo vírus), adequado pré natal onde poderemos identificar gestantes portadoras e tratá-las para evitar contágio do feto.
Enfim, pais, educadores, mídia vamos alertar as pessoas, especialmente jovens sobre o problema, pois a informação adequada é uma importante ferramenta de prevenção, que ainda é o melhor tratamento.
Dr. Marcos Müller
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